Diagnóstico
Transtorno de Apego Reativo
A
Padrão consistente de comportamento emocionalmente inibido e retraído em relação a cuidadores adultos, manifestado por ambos os seguintes:
ObrigatórioPadrão consistente de comportamento emocionalmente inibido e retraído em relação a cuidadores adultos, manifestado por ambos os seguintes:
1. A criança raramente ou minimamente busca conforto quando está em sofrimento.
2. A criança raramente ou minimamente responde ao conforto quando está em sofrimento.
1. A criança raramente ou minimamente busca conforto quando está em sofrimento.
2. A criança raramente ou minimamente responde ao conforto quando está em sofrimento.
B
Perturbação social e emocional persistente caracterizada por pelo menos dois dos seguintes:
ObrigatórioPerturbação social e emocional persistente caracterizada por pelo menos dois dos seguintes:
1. Responsividade social e emocional mínima aos outros.
2. Afeto positivo limitado.
3. Episódios de irritabilidade, tristeza ou medo inexplicáveis, evidentes mesmo durante interações não ameaçadoras com cuidadores adultos.
1. Responsividade social e emocional mínima aos outros.
2. Afeto positivo limitado.
3. Episódios de irritabilidade, tristeza ou medo inexplicáveis, evidentes mesmo durante interações não ameaçadoras com cuidadores adultos.
C
A criança vivenciou um padrão de extremos de cuidado insuficiente, conforme evidenciado por pelo menos um dos seguintes:
ObrigatórioA criança vivenciou um padrão de extremos de cuidado insuficiente, conforme evidenciado por pelo menos um dos seguintes:
1. Negligência ou privação social na forma de falta persistente de que as necessidades emocionais básicas de conforto, estimulação e afeto sejam atendidas por adultos cuidadores.
2. Mudanças repetidas de cuidadores primários que limitam as oportunidades de formar apegos estáveis (ex.: trocas frequentes em cuidados de acolhimento).
3. Criação em ambientes incomuns que limitam severamente as oportunidades de formar apegos seletivos (ex.: instituições com altas proporções criança-cuidador).
1. Negligência ou privação social na forma de falta persistente de que as necessidades emocionais básicas de conforto, estimulação e afeto sejam atendidas por adultos cuidadores.
2. Mudanças repetidas de cuidadores primários que limitam as oportunidades de formar apegos estáveis (ex.: trocas frequentes em cuidados de acolhimento).
3. Criação em ambientes incomuns que limitam severamente as oportunidades de formar apegos seletivos (ex.: instituições com altas proporções criança-cuidador).
D
O cuidado do Critério C é presumivelmente responsável pelo comportamento perturbado do Critério A (ex.: as perturbações do Critério A começaram após a falta de cuidado adequado do Critério C).
ObrigatórioO cuidado do Critério C é presumivelmente responsável pelo comportamento perturbado do Critério A (ex.: as perturbações do Critério A começaram após a falta de cuidado adequado do Critério C).
E
Os critérios não são preenchidos para transtorno do espectro autista.
ObrigatórioOs critérios não são preenchidos para transtorno do espectro autista.
F
A perturbação é evidente antes dos 5 anos
ObrigatórioA perturbação é evidente antes dos 5 anos.
G
A criança tem idade de desenvolvimento de pelo menos 9 meses
ObrigatórioA criança tem idade de desenvolvimento de pelo menos 9 meses.